Comunhão dos Santos,Comunión de los Santos, Communion of Saints, Comunione dei Santi


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domingo, 13 de fevereiro de 2011

As aparições de almas do Purgatório



Que são as aparições?

Contam-se fatos prodigiosos e muitas aparições de almas do purgatório. Isto poderia talvez impressionar a alguns e julgarem que podemos desejar ou procurar, com certa curiosidade, indagar a sorte dos mortos ou facilmente ter comunicação com as almas do purgatório. Quanta ilusão perigosa e quanta superstição e crendice em torno disto! É mister discernirmos bem as verdadeiras das falsas aparições, e mostrarmos o pensamento da Igreja e dos santos Doutores para que se evitem confusões e ilusões numa matéria tão grave e delicada„ porque tão sujeita a enganos e erros.

Que é uma aparição? É uma manifestação do outro mundo, de alguém que nos vem dizer o que lá se passa. Podemos acreditar nas aparições?

Há dois extremos igualmente prejudiciais. Um dos que facilmente aceitam toda sorte de aparições sem exame e não têm a prudência de estudar e esperar a, opinião de pessoas criteriosas, teólogos ou autoridades eclesiásticas e superiores, que possam discernir com segurança a verdade de tais aparições. É uma leviandade. Assim diz a Escritura: qui cito credit, levis est corde (Ecl. XIV, 4), quem facilmente em tudo crê, é leviano de coração, é um espírito leviano. Todavia, rejeitar sistematicamente e obstinadamente toda aparição, todos os fatos sobrenaturais, mesmo que tenham os sinais de verdadeiros, é prova de muito ceticismo, e de orgulho, e pode levar à infidelidade à graça, como insinua a Escritura: “qui incredulus est, infidelifer agit” (Isaías, XXI, 2. Quem é duro em acreditar, procede contra a piedade.

É mister um equilíbrio neste caso entre os dois extremos. Uma alma verdadeiramente humilde e obediente nunca poderá se enganar. Outra questão é se as almas do outro mundo podem se comunicar com os vivos. Podem voltar à terra quando queiram ou quando desejem os vivos? Respondemos sem hesitar, com a boa doutrina da Igreja e dos teólogos: — não e não! Isto só se dá por uma especialíssima permissão de Deus, raras vezes, e por milagre, para ensina-mento e confirmação da imortalidade da alma, para lição dos vivos ou para pedir socorro e sufrágios.

Desde que nossa alma se separou do corpo pela morte, não tem mais órgãos para se comunicar com os homens, é puro espírito, e só por milagre se pode tornar sensível. E demais, quando a alma deixou o corpo, já foi entregue à divina justiça, e está no lugar que mereceu: o céu, o inferno ou o purgatório. Não pode, sem milagre, entrar em comunicação com os homens.

Este milagre das aparições nós o encontramos na Sagrada Escritura. Samuel apareceu à Pitoniza de Endor e repreendeu a Saul porque havia perturbado o repouso dos mortos. Mostrou o castigo que lhe estava reservado por esta curiosidade vã.

Na morte de Nosso Senhor, conta São Mateus que os túmulos se abriram e muitos mortos apareceram e foram vistos em Jerusalém.

Nas vidas dos santos encontramos inúmeras aparições, e a santa Igreja, ao elevar à honra dos altares os servos de Deus, submete a um rigoroso processo todos os fatos e prodígios que deles narraram, embora não se pronuncie sobre eles. Portanto, há verdadeiras aparições.

Fonte: Extraído do livro “O manuscrito do purgatório” /AASCJ

DE:http://reflexao-maria.blogspot.com/

Apesar de Novembro ser o Mês das almas do purgatório Ladainha pelas Almas do Purgatório Deve ser rezada todas as segundas-feiras, que é dia de orações pelas almas.

A Ladainha pelas almas do Purgatório deve ser rezada toda segunda feira




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Senhor, tende piedade de nós!
Cristo, tende piedade de nós!
Senhor, tende piedade de nós!
Jesus Cristo, ouvi-nos!
Jesus Cristo, atendei-nos!
Pai Celeste, verdadeiro Deus, tende piedade das almas do purgatório!
Filho, Redentor do mundo, verdadeiro Deus, tende piedade das almas do purgatório!
Espírito Santo, verdadeiro Deus, tende piedade das almas do purgatório!
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade das almas do purgatório!
Santa Maria, rogai pelas almas do purgatório!
Santa Mãe de Deus, rogai pelas almas do purgatório!
Santa Virgem das virgens, rogai pelas almas do purgatório!
São Miguel, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Anjos e Arcanjos, rogai pelas almas do purgatório!
Coro dos Espíritos Bem-Aventurados, rogai pelas almas do purgatório!
São João Batista, rogai pelas almas do purgatório!
São José, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Patriarcas e santos Profetas, rogai pelas almas do purgatório!
São Pedro, rogai pelas almas do purgatório!
São Paulo, rogai pelas almas do purgatório!
São João,rogai pelas almas do purgatório!Santos Apóstolos e santos Evangelistas, rogai pelas almas do purgatório!
Santo Estevão, rogai pelas almas do purgatório!
São Lourenço, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Mártires, rogai pelas almas do purgatório!
São Gregório, rogai pelas almas do purgatório!
Santo Ambrósio, rogai pelas almas do purgatório!
Santo Agostinho, rogai pelas almas do purgatório!
São Jerônimo, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Pontífices e santos Confessores, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Doutores, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Sacerdotes e santos Levitas, rogai pelas almas do purgatório!
Santos Frades e santos Eremitas, rogai pelas almas do purgatório!
Santas Virgens e santas Viúvas, rogai pelas almas do purgatório!
Vós todos, santos amigos de Deus, rogai pelas almas do purgatório!
Sede-nos propício, perdoai-lhes, Senhor!
Sede-nos propício, ouvi-nos, Senhor!
De seus sofrimentos, livrai-as, Senhor!
Da vossa cólera, livrai-as, Senhor!
Da severidade da vossa justiça, livrai-as, Senhor!
Do remorso da consciência, livrai-as, Senhor!
Das tristes trevas que as cercam, livrai-as, Senhor!
Dos prantos e gemidos, livrai-as, Senhor!
Pela vossa encarnação, livrai-as, Senhor!
Pelo vosso nascimento, livrai-as, Senhor!
Pelo vosso doce Nome, livrai-as, Senhor!
Pela vossa profunda humildade, livrai-as, Senhor!
Pela vossa obediência, livrai-as, Senhor!
Pelo vosso infinito amor, livrai-as, Senhor!
Pela vossa agonia e vossos sofrimentos, livrai-as, Senhor!
Pela vossa paixão e vossa santa cruz, livrai-as, Senhor!
Pela vossa santa ressurreição, livrai-as, Senhor!
Pela vossa admirável ascensão, livrai-as, Senhor!
Pela vinda do Espírito Santo consolador, livrai-as, Senhor!
No dia do julgamento, livrai-as, Senhor!
Ainda que sejamos pecadores, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Vós que perdoastes aos pecadores e salvastes o bom ladrão, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Vós que nos salvais por misericórdia, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Vós que tendes as chaves da morte e do inferno, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Dignai-vos livrar das chamas nossos parentes, amigos e benfeitores, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Dignai-vos salvar todas as almas que gemem longe de vós, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Dignai-vos ter piedade daqueles que não têm intercessores neste mundo, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Dignai-vos admiti-las no número de vossos eleitos, nós vos pedimos, ouvi-nos!
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, dai-lhes o descanso eterno! (3 vezes)
Oração:
Ó Deus, Criador e Redentor de todos os fiéis, concedei às almas de vossos servos e de vossas servas, a remissão de todos os pecados, a fim de que, pelas humildes orações da vossa Igreja, eles obtenham o perdão que sempre desejaram. É o que vos pedimos por elas, ó Jesus, que viveis e reinais por todos os séculos. Amém.
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Novembro – Mês dedicados às almas do purgatório
http://www.paginaoriente.com/santos/purgatorio.jpg
O mês de novembro é dedicado às Almas do Purgatório.
A doutrina da Igreja Católica sobre o Purgatório compreende três pontos:
1º O Purgatório existe;
2º Nele as almas serão purificadas;
3º Os fiéis da Igreja militante, podem, pelas orações e obras meritórias, aliviar as penas das almas do Purgatório.
Oração de Nossa Senhora do Carmo pelas almas

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Saúde dos Enfermos, rogai por nós.
Refúgio dos pecadores, rogai por nós.
Consoladora dos aflitos, rogai por nós.
Ave-Maria
Nossa Senhora do Monte Carmelo.
Amantíssima Mãe do Divino Jesus, que vos dignastes fazer do monte Carmelo, na Terra Santa, um local santificado para a manifestação de vosso celestial poder, sede propícia às minhas preces, ajudai-me na luta contra o pecado, ajudai-me a me tornar digno da clemência de Vosso Filho Nosso Senhor Jesus Cristo. Nossa Senhora, advogada dos aflitos, lançai vosso olhar sobre as almas sofredoras no outro mundo e sobre a alma de….( dizer o nome da pessoa falecida).
Amparai-o com a vossa infinita bondade, rogai a Deus Pai, Todo Poderoso, a Deus Filho Nosso Senhor Jesus Cristo, a Deus Espírito Santo, pelo perdão de seus pecados, de suas faltas e conduzi a sua alma, talvez ainda sofredora, à luz eterna, à celestial mansão de Deus, dos Anjos, dos Patriarcas, dos Apóstolos, dos Mártires, das almas que se mantiveram firmes na fé em vosso Amado Filho Nosso Senhor Jesus Cristo.
Senhora do Carmo, ouvi o seu apelo:
” Do abismo clamei a Ti, Senhor. Senhor, ouvi minha oração”. Nossa Senhora do Carmo, rogai por …..(nome da pessoa). Nossa Senhora do Carmo, intercedei por …..(nome da pessoa). Nossa Senhora do Carmo, protegei …..(nome da pessoa).
Oh! Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. (Três Vezes)
Rezar um Pai-Nosso, Três Ave-Marias e uma Salve-Rainha.
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A fonte das duas materias abaixo é o site: www.paginaoriente.com/santos/finados0211.htm
FINADOS – DIA DAS ALMAS
1º.  O purgatório existe deveras - Deus revelou esta verdade no Antigo Testamento. “ É um pensamento santo e salutar orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados”. (2  Macab.  12,  46). Destas palavras devemos deduzir que já no Antigo Testamento se acreditava num lugar expiatório, em que as almas dos defuntos eram detidas, até que fossem absolvidas dos pecados.
Jesus Cristo fala de pecados que “não serão perdoados nem aqui, nem no outro mundo”. (Mt.  12,  13). Logo, para certos pecados, há possibilidade de serem perdoados ainda no outro mundo. O lugar onde estes pecados serão expiados, é o Purgatório.
A Igreja ensina, com toda a precisão, a existência do Purgatório. Assim, escreve São Gregório Magno: “Sei que alguns devem fazer penitência ainda depois desta vida, nas chamas do Purgatório”. –  “Uma coisa é esperar o perdão – diz São Cipriano – e outra entrar na eterna glória;  uma coisa é ser metido no cárcere e dele não sair, enquanto não for pago o último ceitil, e  outra coisa é receber imediatamente a recompensa da fé e da virtude; uma coisa é penar muito tempo e purificar-se nas chamas do Purgatório e outra coisa é ter removido todos os pecados, pelo martírio”.
Os Concílios ecumênicos de Cartago, Lyon, Florença e Trento definiram bem claramente a fé na existência do Purgatório. Nas antiqüíssimas orações litúrgicas, a Igreja pede a Deus que “absterja as manchas que ainda aderirem às almas dos fiéis defuntos” – que “delas se compadeça e lhes conceda o lugar da paz e da luz” – “que as tire das tristes moradas e as faça gozar da sorte dos justos”.
Esta doutrina da Igreja está muito de acordo com a razão. Se é certo que no céu entrarão somente as almas purificadas; se é certo que poucos homens na hora do trânsito estão isentos da mais leve culpa, certo é também que, com pouquíssimas exceções, os homens ficariam sempre excluídos do céu, se não houvesse na eternidade um lugar de expiação, salvo se Deus, na sua misericórdia, perdoasse sumariamente todos os pecados e as respectivas penas na hora da morte, o que não acontece. Na eternidade Deus “dará a cada um a paga, segundo as suas obras”. (Mt. 16, 27). Negar a existência do Purgatório equivaleria à exclusão do gênero humano quase inteiro da eterna bem-aventurança, o que seria contra a fé e a razão.
2º.   No Purgatório serão purificadas as almas dos justos – O Purgatório é um lugar, onde não prevalece a misericórdia, mas a justiça divina. As penas das almas devem ser de natureza a satisfazerem plenamente à justiça divina. É claro que devem estar em proposição exata com a gravidade da ofensa, que Deus pelo pecado sofreu. Quem poderá aliviar a gravidade da ofensa, que uma pobre criatura se atreva a fazer ao Criador ? “Terrível é cair nas mãos de Deus vivo” . (Hebr. 10,  31).
O Purgatório é um lugar de penitência, que igual não tem aqui na terra. A razão é clara. Toda a penitência feita aqui, por mais rigorosa que seja, tem por fim preservar o homem da penitência futura na eternidade. Se assim é, a penitência a fazer-se na eternidade deve ser extremamente dolorosa. Se os maiores Santos castigavam o corpo com tanto rigor; se os primeiros cristãos prontamente tomavam sobre si as disciplinas mais duras e humilhantes, não era para outro fim, senão para deste modo se livrarem das penas temporais na eternidade. Se os rigores dos Santos, se as penitências públicas que estavam em uso no tempo da Igreja primitiva, não suportam comparação com as penitências do Purgatório, forçoso é concluir que estas devem ser mui dolorosas.
3º.   Natureza das penas – O Purgatório é um lugar de purificação, que assustaria, porém, os maiores penitentes, os mais dedicados amigos da Cruz. Por quê ? Porque a purificação realizada no Purgatório é inteiramente diferente daquela que Deus costuma aplicar nesta vida. A purificação feita aqui é meritória, em atenção à Paixão e Morte de Jesus Cristo.  A purificação, porém, no Purgatório é um sofrimento que não oferece o menor merecimento; são penas de que a alma, contra a vontade de Deus, se tornou merecedora pelos pecados. Davi pediu a Deus: “ Senhor, não me arguas em teu furor, nem me castigues na tua ira”;  isto, segundo a explicação de Santo Agostinho, quer dizer: Assisti-me, ó meu Deus, para que não mereça vossa ira, isto é, as penas do purgatório.
Quem são aquelas almas que penam no Purgatório ?  Pela maioria não são nossas conhecidas, mas entre todas nenhuma há que nos seja estranha. Todas elas, sem exceção alguma, são unidas a nós pelo laço da graça santificante: são portanto nossas irmãs em Jesus Cristo. Como não negamos o nosso socorro ao nosso irmão grandemente necessitado, não devemos negá-lo às pobres almas, que sofrem incomparavelmente mais, sem a possibilidade de melhorar a sua sorte, ainda mais, quando temos em nossas mãos meios poderosos para aliviar-lhes as dores. Não haverá entre as almas uma ou outra, que nos deva  interessar mais de perto ?   Descendo em espírito às trevas do Purgatório, lá não descobriremos talvez as almas de nossos pais, parentes, amigos e benfeitores ? A caridade, a gratidão não exigem de nós, que lhes prestemos o nosso auxílio ? Não têm elas direito à nossa intervenção, ainda mais quando as penas lhe foram causadas por pecados que cometeram talvez por nossa culpa ?
É natural e justo que devemos expansão à nossa dor, quando um dos nossos queridos entes nos é arrebatado pela morte; o verdadeiro amor, porém, exige de nós alguma coisa mais. Cumpre que unamos as nossas lágrimas ao sacrifício de Jesus Cristo no Gólgota; cumpre que a nossa dor seja uma dor ativa, como ativa foi também a dor que Jesus Cristo sentiu junto ao túmulo do amigo Lázaro. A nossa dor pela perda dos nossos pais, parentes e amigos não se deve limitar a manifestações exteriores. Por mais ricas que sejam as coroas depositadas nos túmulos dos nossos mortos; por mais vistosos que se apresentem os monumentos que lhes erigimos sobre os restos mortais, não preservam o corpo da decomposição, nem defendem a alma contra os tormentos do Purgatório. Não querendo fazer-nos culpados de ingratidão e inconsciência, é mister que empreguemos os meios que a Igreja tão generosamente nos oferece, como sejam: a recepção dos santos Sacramentos, em particular a SS. Eucaristia, o santo sacrifício da Missa, obras de penitência e caridade, as santas indulgências, etc. Um Pai Nosso rezado com devoção e humildade pelas almas, vale mais que muitas coroas; uma santa Missa celebrada pelo descanso eterno de uma alma, aproveita-lhes infinitamente mais que um suntuoso monumento, porque a santa Missa é o sacrifício expiatório por excelência.
O espírito pagão, que, com sua ostentação vaidosa e balofa, se infiltrou em todas as camadas da nossa sociedade, procura também se insinuar no santuário, o que em grande parte já conseguiu. Como são diferentes os enterros de hoje, daqueles que os primeiros cristãos faziam nas catacumbas !  Naquele tempo havia muita devoção e pouca flor; hoje há pelo contrário, uma imensidade de flores e coroas e pouca ou nenhuma devoção. Os primeiros cristãos levavam os defuntos ao cemitério, cantando salmos e recitando orações; os cristãos de hoje acompanham os enterros por simples formalidade, sem lhes vir a idéia de rezar uma Ave Maria sequer pelo descanso do falecido; os primeiros cristãos confiavam os defuntos com muito carinho à terra, como uma semente preciosa da futura ressurreição gloriosa; os enterros de hoje são quase destituídos por completo de tudo que possa lembrar as verdades eternas.
Como é bela a devoção às almas do Purgatório! Agradável a Deus, proveitosa às pobres almas, é utilíssima a nós mesmos. Não fechemos o nosso ouvido aos gemidos dos nossos irmãos, que padecem no Purgatório. Eles levantam as mãos para nós, suplicando o nosso auxílio. Talvez sejam nossos pais; um pai amoroso, que nos dedicava os seus cuidados, dia e noite;  talvez a mãe, que nos amava tão ternamente; irmãos, cuja morte tanto nos entristeceu;  filhos, que eram o encanto da nossa vida; o esposo, sempre tão dedicado e fiel cumpridor dos deveres; a esposa, a fiel companheira, o anjo do lar. Todos sofrem, sofrem penas amargas, impossibilitados de melhorar a sorte. A nós se dirigem suplicantes:  “Compadecei-vos de mim, ao menos vós, que sois meus amigos, porque a mão do Senhor me tocou” . (Job.  19,  21).
Reflexões:
Há pessoas que não temem o Purgatório e tampouco cuidam de dar a Deus a necessária satisfação das suas culpas. Dou-me por muito satisfeito, assim dizem, se Deus não me condenar. Outros há que confiam nas orações e sufrágios dos parentes e amigos ou nas santas Missas, para cuja celebração providenciaram no testamento. Aqueles se convençam de que impunemente ninguém ofende a Deus e que o pecado leve é caminho seguro para culpas graves.  Os outros leiam e ponderem as seguintes palavras de Tomás a Kempis: “ Não te fies demais nos amigos e parentes e não proteles tua salvação para mais tarde; mais depressa que pensas, se esquecerão de ti os homens. – É melhor providenciar em tempo e despachar já de antemão boas obras para a eternidade, do que confiar no auxílio de outros depois da morte. Se não providenciares em teu interesse quem o fará por ti?”.  Só por estas palavras, não deveríamos nós,  tomarmos consciência quanto à nossa responsabilidade em elevar diariamente nossas orações e sacrifícios,  mandar celebrar missas pelo menos às almas dos nossos parentes e amigos que partiram para a eternidade? Aproveitemos o pouco tempo que nos resta para socorrer as almas do purgatório, pois nós também precisaremos em breve desse precioso auxílio, especialmente da intercessão das almas que de lá forem libertadas com a nossa ajuda.
CÉU INFERNO PURGATÓRIO
INTRODUÇÃO
O juízo  particular decide a sorte da  alma na eternidade: Ou será destinada ao Céu, ou ouvirá a terrível sentença de morte  eterna, o Inferno.  Aquelas almas, porém, que não apresentam a  pureza necessária para poderem ser  admitidas no Céu, devem descer ao lugar da purificação,  ao Purgatório.   É o que veremos nos  sub-tópicos seguintes:
CÉU (PARAÍSO)
É o lugar  onde encontra-se Deus, a Santíssima Trindade  com seus anjos e com seus santos.  “Os olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem o coração humano jamais imaginou, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1Cor 2, 9).  Estas palavras servem, muitas vezes de referência, para se  descrever a  glória de  nossa  vida eterna junto de Deus. Entretanto, por mais  estranho que pareça, tratam diretamente da fé nesta terra. A paz, o perdão, a união vital com Cristo: Isto constitui o início do Céu. A felicidade eterna começa, em certa medida, no meio das necessidades  e  tribulações desta vida. Essa alegria desabrochará, plenamente, no Paraíso.
Os trechos mais extensos  que descrevem a  vida eterna, encontram-se no Apocalipse ou “Livro da Revelação”.  Contém  ardente esperança dos primeiros  cristãos, a cuja luz podemos  acender a  nossa, sem que, para tanto, seja preciso entendermos o sentido exato de cada frase. Esses trechos do Apocalipse são ecos das palavras com que os profetas de Israel contaram a salvação vindoura, em imagens maravilhosamente paradisíacas, cujo núcleo é:  A presença salvadora de Deus. Assim, por exemplo, passagens  do fim do livro de  Isaías.
Temos  a  Sagrada Escritura, num todo, como ponto de partida que enche o coração de alegria e  esperança e que vivencia o elemento constitui da felicidade celeste, isto é, a salvação. Jesus chama a seus  amigos pelo nome. Essa atenção é repleta da promessa de que o Paraíso não consistirá em espécie de letargia perpétua da  personalidade  humana, mas pelo contrário, seu desdobramento  consumado, na luz do Deus dos  vivos, a  meta da perfeição finalmente alcançada.
Por conseguinte, a Igreja  edificada por Cristo nos proporciona todos os meios, todos os instrumentos para alcançarmos o Paraíso. A consciência católica neste contexto, assume um caráter  particular. Apesar do plano da salvação atingir, por preceito do Senhor,  a humanidade inteira,  para nós católicos é cristalino o conceito de não ser possível salvar-se buscando outras doutrinas. Nisto se resume o conceito de que  “fora da Igreja não há salvação”, ou seja,  só a Igreja católica possui todos os meios, nada lhe falta, porque é Santa, edificada por Deus. Foi Cristo quem estabeleceu, conferindo a  São Pedro a primazia  e  o poder das chaves: “E eu te declaro: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16, 18);  “Eu te darei as chaves  do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16, 19); também deixa  explícito que o testemunho de Pedro será de morte: “Em verdade, em verdade te digo:  Quando eras mais moço, cingias-te e andavas  aonde querias. Mas quando fores velho, estenderás as  tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” O cunho profético desta última passagem estende tal testemunho aos seus sucessores, que  tombaram em defesa  da fé;   praticamente  todos  eles,  até  o 26º Papa (ano de 274), receberam a  coroa  do martírio. Isso sem falar nas constantes  perseguições registradas no decorrer de sua história até os dias atuais.  Que trajeto encantador, que dedicação exemplaríssima deixaram nossos  santos, na defesa dos princípios e constância na prática da religião, na luta gigantesca contra o paganismo,  superstições, heresias, enfim, contra as forças que inutilmente se levantaram tentando macular a Igreja de Cristo!
Pode ser que Deus nunca venha a exigir de nós o sacrifício de  confessar e defender a fé  em circunstâncias tão graves e difíceis como exigiu dos nossos  santos antepassados, de termos de escolher entre a morte ou à apostasia. O que Deus, porém, nos exige, é uma vida de acordo com os  ensinamentos da santa religião.  Não precisamos defender a fé perante juízes pagãos, mas perante à família, à sociedade,  dando o exemplo de católicos praticantes.  Devemos recorrer  às virtudes da humildade, caridade, mansidão, paciência e muita fortaleza quando surgirem as adversidades. Perseveremos na fé do Senhor até o fim, até o dia  do desenlace, certos de que não foram vãs as lutas perpetradas contra o mal,  pelo contrário,  aí reside  o triunfo eterno dos justos, a glória, o Paraíso eterno.
PURGATÓRIO
Entre as almas do Purgatório há muitas, que nunca na vida normal cometeram um pecado grave. Por não terem satisfeito à justiça divina pelos pecados veniais com que a  ofenderam, são retidas no lugar da purificação até que tenham feito expiação do último, porque no Céu nada de impuro pode entrar.
Existem passagens  na Bíblia que indicam claramente  a  existência do Purgatório. Vejamos algumas:  “O servo que, apesar de conhecer a  vontade de seu Senhor, nada preparou e lhe desobedeceu, será açoitado com numerosos  golpes. Mas aquele que, ignorando a  vontade de seu Senhor, fizer coisas repreensíveis, será açoitado com poucos golpes”(Lc 12, 47-48).  “Ora, quando fores  com o  teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar  em acordo  com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz e  o juiz não te entregue ao executor, e o executor não te ponha na prisão. Digo-te: Não sairás dali até pagares o último centavo”. (Lc 12, 58 e 59). No Antigo testamento em 2Mac 12, 43-46 também lemos  que se oferece sacrifício pelos  pecados dos mortos na guerra, que esperam a ressurreição.
A oração pelos defuntos é tradição da Igreja. Para que serve essa oração? Porque, em geral, há ainda certa aversão,  má  vontade, indiferença no homem, mesmo quando morre em estado de graça. (Será que gostaríamos de encontrar no Céu, cada um de nossos  próximos, tal como o é agora?). Morrer significa também morrer  ao mal. Trata-se do “batismo de morte”com Cristo, no qual se consuma o batismo com água.
No cânon da Missa deixa-se, todos os dias, um espaço para se mencionarem os nomes dos defuntos, dentro da  celebração do sacrifício da cruz pela comunidade da igreja. Depois da citação dos nomes, a oração prossegue: “Pedimo-vos, Senhor, dar-lhes a eles e a todos que repousam em Cristo, o lugar do refrigério, de luz e paz”.    2 de novembro, “Dia de Finados”, é uma ocasião de oração especial  pelos  defuntos.
Quem entrou no Purgatório já está salvo, porém,  em constante estado de expiação e purificação das máculas que agregaram-se à alma durante nossa vida terrena.  No entanto, que isto não nos venha  servir de consolo ou de motivo para justificar  a prática de pequenos pecados. O homem deveria preferir a morte e o sofrimento a  decidir-se pecar; não só a cometer pecado grave como também a pecar levemente. Somos, assim,   tentados a não temer o Purgatório. Damo-nos por muito satisfeitos,  dizemos,  se Deus não nos condenar.  Há muitos  que confiam nas  orações e sufrágios dos parentes e amigos ou mais santas Missas, para cuja celebração providenciaram no testamento.  Devemos nos convencer que impunemente ninguém ofende a Deus e que o pecado leve é o caminho seguro para as culpas graves.  Ponderemos as  seguintes palavras de Tomás de Kempis:  “Não te fies demais nos amigos e  parentes e não proteles tua salvação para mais tarde; mais depressa do que pensas, se esquecerão de ti os homens”.
Já que temos esta consciência, devemos marchar em direção oposta a tal inclinação;  não devemos nunca  deixar de rezar pelos  mortos, que dependem de nossas  orações e intenções nas celebrações  eucarísticas.  É muito bela  a  devoção às almas do Purgatório!  Agradável a Deus, proveitosa às pobres almas, é  utilíssima a nós mesmos.  Não fechemos nosso ouvido aos gemidos dos nossos  irmãos  que padecem no Purgatório. Eles levantam as mãos para nós, suplicando o nosso auxílio. Lá estão pais amorosos, que aos  filhos e à esposa dedicavam seus cuidados dia e noite. Lá estão muitas mães, que amavam os filhos e o marido tão ternamente. Irmãos, cuja morte  muito nos entristeceu. Amigos, que caminhavam conosco e tantas alegrias nos proporcionaram. A nós  se dirigem suplicantes: “Compadecei-vos de  mim, ao menos vós, que sois meus amigos, porque a mão do Senhor me tocou”. (Jó 19, 21)  Demos o mesmo tratamento os inimigos mortos;   que divina reconciliação e alegria em plenitude, ao escutarem nossa  voz elevando-se em súplicas e orações!
INFERNO
Jesus  fala na possibilidade de alguém se perder para todo o  sempre. Uma “pena  eterna” (Mt 25,46).  Podemos  entender mal esta palavra:  Como se fosse  feita ao condenado injustiça ou desgraça, tal como é possível, quando se trata do castigo terrestre.  Por isso, é mais compreensível para nós designar a  mesma realidade por outro termo: “Pecado eterno”.
A situação de  frio endurecimento torna-se  eterna. Deus, amor, bondade, Cristo,  comunidade…. não lhe dizem nada e não o influenciam absolutamente. É a desordem consumada: O pecado levado à sua expressão total.  O definitivo fechar-se sobre si mesmo: Nenhum contato, nem com Deus, nem com os outros. É este o castigo do pecado: “A segunda morte” (Apoc 20.14). A Sagrada Escritura exprime-se com palavras tremendas:  Escuridão ou trevas, ranger de dentes, fogo.  Não devem ser interpretadas no sentido literal, material, mas nem por isso deixam de representar bem o horror de perder o fim da existência:  Desgraça irremediável, irreversível, o fracasso eterno.
Pensamos, às vezes: É impossível conciliar o inferno com o amor de Deus. Mas, precisamente, aqueles que  estavam compenetrados desse  amor de Deus, acreditavam no inferno. Em primeiro lugar, o próprio Jesus, que não se pronuncia a respeito dos condenados, mas à pergunta pelo número de salvos e condenados responde aos ouvintes com série  exortação, para que tomem o caminho que leva à vida. Aliás, Cristo não veio ao mundo e nem morreu na cruz por brincadeira, e nem sequer representa  uma figura meramente  humana, amorosa e pacífica, como muitos pensam.  Sua causa é seríssima, plenamente  grave e ao mesmo tempo impossível de ser assimilada pela inteligência humana. Veio para pregar a verdade energicamente, veio mostrar o caminho certo da salvação. Cada um aqui deve refletir e  tirar suas próprias  conclusões. O aviso de Jesus é uma graça para nós. Também os santos acreditavam no inferno, sem julgarem que se tratasse da contradição ao amor de Jesus. Santa Terezinha procurou resposta também na Justiça de Deus: “Ninguém está no inferno, sem o ter merecido”. Por isso, não nos arroguemos em julgamento sobre coisa que não compreendemos. Não nos fabriquemos um Deus próprio irreal;  acreditemos nele, tal como se  revelou em Jesus, onde contemplamos o amor do Pai até ao extremo;  mas de sua boca ouvimos também estas palavras: “Não temais aqueles que podem matar o corpo, mas não a alma. Antes temei aquele que pode perder, no inferno, tanto a alma como o corpo” (Mt 10,28).
Nas cenas do Juízo Final, nas catedrais medievais, o gesto condenador é este:  Jesus mostra as cinco chagas. Sem palavras, quer dizer: “Veja o que eu fiz! Que mais podia fazer?”.
Não devemos deixar de  ensinar essa doutrina de reprovação às crianças. Mas seria grave erro usá-la como ameaça, como se elas  pudessem ir também para esse lugar. Tudo tem seu tempo.  O aviso de Jesus dirige-se  contra os  adultos que endurecem seus ouvidos. E tem apenas uma finalidade, finalidade de salvação: Apelo à aversão pelo pecado e  ao desejo de tudo quanto faça do homem um homem bom;  apelo à confiança nele, que é o caminho para a vida.
FONTE DAS MATERIAS
1- FINADOS DIA DAS ALMAS
E
2 – CÉU, INFERNO PURGATÓRIO

DE:http://reporterdecristo.com/

Rezemos pelas almas!





             Amados filhos e filhas da Igreja, estamos vivendo em tempos urgentes. A realidade nos mostra que é chegada a hora de levantarmos como guerreiros do exercito de Deus (cf. Joel 4,9-17). Vemos nossas crianças tão pequenas vendendo a alma ao diabo, pois é isso que aprendem quando se vestem de fantasminhas e capetinhas no dia do haloween, no consumismo desenfreado ou na sexualidade tão precoce. Apesar de tão comum sabemos que isso não é normal, não é o que Deus quer para nós.
             Diante de tudo isso nosso coração até se aflige. Perguntamos ao Senhor: o que fazer? Parece-nos que mesmo se passássemos o dia todo em missão, pregando aos quatro cantos do mundo, ou nos enclausurássemos e ficássemos o resto de nossos dias em oração, nada disso adiantaria, pois a situação esta “fora do controle”. Mas tudo isso é tentação do maligno, pois “os olhos do Senhor estão voltados para os justos, e seus ouvidos atentos aos seus clamores” (Salmos 33,16), e se clamarmos pelo mundo inteiro, Ele ouvirá a nossa prece.
             Para nos alegrar e encher nossa alma de esperança, o mês de novembro é considerado no mundo inteiro o “mês das almas”. Por isso, a Igreja nos ensina diversas orações, todas elas repletas de indulgencias aplicadas as almas do purgatório.
             O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concílios o definiram como dogma; Santos Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma voz.
             A Igreja, querendo que não nos esqueçamos das almas, consagrou um dia inteiro todos os anos à oração pelos finados. Determinou que em todas as missas houvesse uma recomendação e um momento especial pelos mortos. Ela aprova, sustenta e estimula a caridade pelos falecidos.
Como são esquecidos os mortos! Exclamava Santo Agostinho! E no entanto acrescenta S. Francisco de Sales, em vida eles nos amavam tanto. Nos funerais: lágrimas, soluços, flores. Depois, um túmulo e o esquecimento. Morreu... acabou-se!
             Se cremos na vida eterna, cremos no purgatório. E se cremos no purgatório, oremos pelos mortos. O purgatório é terrível e bem longo para algumas almas, por isso devemos rezar muito pelas almas, socorrendo as almas, praticando a caridade em toda sua extensão. A devoção as almas do purgatório diz São Francisco de Sales encerra todas as obras de misericórdia, cuja prática, elevada ao sobrenatural nos há de merecer o céu.
A Santa Missa é o sacrifício de expiação por excelência. É a renovação do calvário, que salvou o gênero humano. A cada Missa, diz São Jerônimo, saem muitas almas do purgatório. Depois da Missa...
             A Comunhão, a Eucaristia é um Sacramento de descanso e paz para os defuntos, diz Santo Ambrósio. E o mesmo afirmam São Cirilo e São João Crisóstomo. Procuremos fazer boas comunhões lembrando-nos que quanto melhor as fizermos tanto mais aliviaremos os mortos. O Papa Paulo V estimulou a prática das comunhões pelas almas padecentes. Temos também as indulgências que entregamos a Deus para solver as dívidas das almas. Recitemos pequenas jaculatórias indulgenciadas. É tão fácil repeti-las em toda hora.
             É uma mina de ouro que está a nossa disposição. Nossas orações são um meio de ajudar a salvar almas do purgatório.
             São João Damasceno diz que há muito testemunho encontrado na vida dos Santos que provou claramente as vantagens da oração que se fazem pelos defuntos. Nossos sofrimentos junto a prece têm uma eficácia extraordinária para obter de Deus todas as graças. Aliviemos as almas do purgatório', com tudo que nos mortifica. A Via Sacra é uma prática das mais ricas de piedade. O Rosário é a rainha das devoções indulgenciadas.
Santa Gertrudes afirmava que uma palavra dita do fundo do coração e animada de sólida devoção tem mais eficácia que grande número de orações, feitas com pouco fervor.
             Mais uma forma de ajudar as almas é dar esmola ao pobre em sufrágio das almas benditas. As lágrimas que vossas esmolas enxugarem, o alívio que tiverdes dado aos que padecem fome, sede e frio, serão o alívio no purgatório para as almas sofredoras. É uma dupla caridade, socorrer os pobres por amor das almas. É dar duas vezes. Socorre os vivos e os mortos.
             Além da Santa Missa, do Santo Rosário, da Via Sacra e da Esmola, existem outras orações que, repletas de indulgencias, aliviam o sofrimento das almas do purgatório. Colocamos aqui algumas delas para que, durante todo esse mês de novembro possamos praticar esse ato de caridade para com essas almas.






Oração de Santa Gertrudes pelas almas do Purgatório


             Eterno Pai, Ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que hoje são celebradas em todo o mundo; por todas as Santas almas do purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus vizinhos. Amém.
(Jesus prometeu à Santa Gertrudes que salvaria mil almas do purgatório todos os dias, por cada pessoa que rezar com fervor esta Oração)





O Terço das Almas


             Nas contas do Pai-Nosso:
             Meu Jesus, Misericordioso, Meu Deus! Creio em Vós, porque sois a mesma verdade. Espero em Vos, porque sois fiel às Vossas promessas. Amo-Vos, porque sois infinitamente Bom e Amável.

             Nas três contas junto da Cruz do Terço:
             Meu Bom Jesus, não me deixeis morrer sem receber os últimos sacramentos.

             Nas contas das Ave-Marias nas dezenas:
             Doce Coração de Maria, sede a minha salvação.

             Oração de agradecimento por São José:
             Santíssima Trindade, eu vos ofereço os Corações de Jesus e de Maria, com os seus merecimentos e o seu Amor, em nome de São José, para vos agradecer todos os dons que lhe concedestes, sobretudo por tê-lo feito Pai adotivo de Jesus e Esposo verdadeiro de Maria Virgem.
(310 mil dias de indulgência, aplicáveis às almas do Purgatório).





Terço da Chama de Amor


             É rezado da mesma forma que o Terço comum, iniciando-se fazendo cinco vezes seguidas o Sinal da Cruz em honra das Cinco Chagas de Jesus (pode-se fazer assim: + Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; + Pelo Sinal da Santa Cruz, + Livrai-nos Deus, nosso Senhor, + dos nossos inimigos; + Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo) e todas as Ave-Marias são rezadas com a jaculatória da Chama de Amor:

             Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, Bendita sois Vós entre as mulheres e Bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores e derramai sobre a humanidade inteira as graças eficazes da vossa Chama de Amor, agora e na hora da nossa morte.
Amém!

(A Ave-Maria assim rezada cega o maligno, de modo que ele nada pode fazer para tentar e perder as almas durante essa oração. A cada 3 Ave-Marias assim rezadas, uma alma é libertada do Purgatório; no mês das almas (novembro), a cada Ave-Maria assim rezada são libertadas 10 almas do Purgatório!)


Julyana Borges - Co-Fundadora Comunidade Parresia 
 DE:http://comunidadeparresia.blogspot.com/

A importância da oração pelas almas do Purgatório


Esta reflexão, retirada do blog Escola Católica, mostra-nos a importância da confiança na Divina Providência e a importância da oração pelas almas do Purgatório e sua intercessão e ajuda. Boa leitura!


Quando Jeanne-Marie saiu do hospital, sentia-se só, abandonada e sem apoio. Como único patrimônio, restava-lhe no bolso uma moeda de um franco.

Nenhum ruído externo, porém, era capaz de arrancar de suas profundas reflexões uma moça de aspecto humilde e testa franzida, que caminhava com passo resoluto.

A jovem Jeanne-Marie, nascida num vilarejo da Bretanha, fora educada por seus pais no santo temor de Deus. Sua modesta condição a obrigara, quando ainda muito nova, a buscar emprego junto a uma rica família.

Desde a infância, tinha ela o piedoso costume de mandar celebrar todo mês uma Missa em sufrágio das almas do purgatório. Devendo abandonar sua vila natal para acompanhar seus patrões que se mudavam para a capital francesa, manteve-se fiel a esse ato de caridade, e assistia ela mesma ao Santo Sacrifício, durante o qual unia suas orações às do sacerdote, pedindo especialmente em favor daquela alma cuja libertação dependesse apenas de uma última prece.

Algum tempo depois de estabelecer- se em Paris, foi acometida por uma grave enfermidade que não só esgotou suas forças físicas, como lhe fez perder o emprego e consumiu todas as suas economias.

Quando, finalmente, saiu do hospital, sentia-se só, abandonada e sem apoio. Como único patrimônio, restava- lhe no bolso uma moeda de um franco. Possuía, entretanto, algo mais valioso que todo o ouro do mundo: a confiança em Deus e em Nossa Senhora.

Após uma fervorosa oração, dirigiu-se apressadamente a uma agência de emprego. Ao passar em frente à Igreja de Santo Eustáquio, algo a impeliu a entrar. O ambiente elevado, o som do órgão, a tênue luz que penetrava através dos vitrais, revestindo tudo de uma feeria de cores, encheram-na de paz e lhe fizeram esquecer por um momento sua dramática situação.

À vista de um sacerdote que se preparava para celebrar num dos altares laterais, lembrou-se de que naquele mês não havia mandado rezar a costumeira Missa pelas almas do purgatório.

Sempre lhe custara certo esforço reunir algumas moedas para a espórtula, mas hoje isto constituía um verdadeiro sacrifício… entregar o último franco que lhe restava equivalia a não ter mesmo com que saciar a fome naquele dia. A luta interior entre a devoção e a prudência humana foi de curta duração: logo venceu a primeira, pois Jeanne-Marie era pobre dos bens desta terra mas rica de amor de Deus.

Com a firme convicção de que Aquele que disse: “Olhai para as aves do céu que não semeiam, nem ceifam, nem fazem provisões nos celeiros” (Mt 6,26), não a desampararia, dirigiu- se à sacristia e, como a viúva pobre do Evangelho, entregou sua última moeda de um franco, solicitando que aquela Missa fosse celebrada na intenção de suas queridas almas do purgatório. Depois de assistir com muita devoção ao Santo Sacrifício, pôs-se novamente a caminho.

Sentia-se mais leve, não pelo vazio de seu bolso… mas porque, desprovida de todo recurso humano, abandonara- se exclusivamente ao beneplácito da Divina Providência. Seu coração, este sim, estava cheio. Cheio de uma nova confiança que sobrepujava certa ansiosa inquietude com relação ao futuro: qual seria seu destino? Caminhava mergulhada nesses pensamentos quando uma voz a interrompeu:

- Estás à procura de um emprego?

- Sim, senhor – respondeu, surpresa e com uma estranha sensação de estar em outro mundo.

- Pois bem, vai à Rua Tivoli nº 48 e fala com a Sra. Zélia. Ela está precisando de uma empregada e te receberá com bondade.

Não foi difícil achar a casa indicada. Chegou justamente no momento em que saía uma moça, resmungando, com um pacote embaixo do braço. Jeanne-Marie lhe perguntou se a dona da casa se encontrava.

- Talvez sim, talvez não! Não me interessa! Ela abrirá a porta se quiser. Não tenho mais nada a ver com isso! – respondeu ela sem se deter. Com mão temerosa, nossa pobre jovem tocou a sineta. Seu medo, porém, logo se dissipou ao ouvir uma voz doce chamando-a para entrar. Ao deparar-se com uma venerável senhora, de olhar bondoso, tomada de coragem, ela lhe expôs o motivo de sua visita:

- Soube que a senhora necessita de uma empregada e vim oferecer-me, pois me asseguraram que aqui seria recebida com bondade.

- Minha cara jovem, o que acabas de me dizer é extraordinário! Hoje pela manhã eu absolutamente não precisava de ninguém. Mas há cerca de uma hora tive de despedir uma insolente empregada, e ninguém no mundo, salvo ela e eu, sabe disso. Quem, pois, te envia?

- Foi um senhor ainda jovem que me parou na rua e me deu essa informação. E estou muito agradecida a Deus e a ele, pois necessito conseguir um emprego ainda hoje, já que não possuo mais um centavo sequer…

A distinta dama permanecia pensativa, não podendo compreender quem seria esse estranho personagem. Jeanne-Marie, erguendo casualmente os olhos, viu um quadro na parede e exclamou:

- É este o homem que me encaminhou para cá! Venho da parte dele!

Ao ouvir estas palavras, Da. Zélia soltou um grito e esteve a ponto de desmaiar. Pediu que a moça lhe contasse como fora o encontro com ele na rua. Ela narrou com simplicidade seu costume de socorrer as almas do purgatório, a Missa que mandara celebrar havia pouco e, por fim, o episódio do encontro com o jovem que se mostrava radiante de felicidade, logo ao sair da igreja. A nobre senhora ouviu tudo com atenção e, no final, disse emocionada:

- Não serás minha empregada, considero-te como filha! Este é meu filho… meu único filho, morto há dois anos, que deve a ti sua libertação das penas do purgatório. Em recompensa de tua generosidade, Deus lhe permitiu enviar-te aqui. Que Deus te abençoe! A partir de agora, rezaremos juntas por todos os que sofrem no lugar de purificação e dependem de uma prece para entrar na bem-aventurança eterna.


 
DE:http://servosdemariaamordedeus.blogspot.com/

O Santo Padre Pio e as Almas do Purgatório


Muito do que, por vezes, se conta sobre aparições de almas do Purgatório, pode atribuir-se as ilusões, ou ter uma explicação natural, de ordem parapsicológica.
Isso porém não invalida que Deus possa servir-se de "aparições" dignas de crédito (do mesmo modo que algumas aparições de anjos ou de Nossa Senhora), por exemplo, algumas narradas pelo Santo P. Pio, na linha de outras narradas por Santa Margarida Maria e outros Santos:
Numa tarde, o padre Pio estava num quarto, na parte baixa do convento, destinada a receber hóspedes. Estava só, a descansar sobre o sofá, quando de repente, lhe apareceu um homem envolto numa capa escura.
O padre Pio, surpreendido, ergueu-se e perguntou quem era e o que queria. O estranho respondeu que era uma alma do Purgatório: "Eu sou Pietro Di Mauro. Morri num incêndio neste convento, em 18 de Setembro de 1.908".
(Na realidade este convento, depois da desapropriação dos bens eclesiásticos, tinha sido transformado numa casa de repouso para anciãos). «Morri entre as chamas enquanto dormia, no meu colchão feito de palha, exactamente neste quarto.
Estou no Purgatório, mas o bom Deus, deixou-me vir aqui a pedir-lhe que celebre por mim a santa missa de amanhã pelo meu descanso eterno. Graças a ela, eu poderei entrar no Paraíso".
O P. Pio disse que sim, que celebraria a santa missa pela sua alma.
"Eu, quis acompanhá-lo - diz ele - até à porta do convento para me despedir, como se fosse uma qualquer, mas repentinamente, ele desapareceu.
Compreendi que havia falado com uma pessoa morta e reentrei no convento bastante amedrontado.
O Padre Superior do convento, Paolino de Casacalenda, notou o meu nervosismo, e então contei-lhe o que havia acontecido, pedindo-lhe permissão para celebrar a Santa Missa da manhã seguinte por aquela alma necessitada".
O Padre Paolino, despertado pela curiosidade, foi consultar o registo de óbitos da comunidade de St. Giovanni Rotondo, e pôde verificar que a história do Padre Pio era verdadeira, pois no registo encontrou o nome, o apelido e a razão da morte: No dia 18 de Setembro de 1908, no incêndio da casa de repouso, morrera o Sr. Pietro Di Mauro.
A Sra. Cleonice Morcaldi, era devota do santo padre Pio. Depois de um mês da morte de sua mãe, o Padre Pio aproximou-se dela após a confissão, e disse: "Nesta manhã, a sua mãe foi para o Céu. Vi-a enquanto celebrava a Santa Missa".
O Santo Padre Pio contou também ao Padre Anastásio: "Uma tarde, enquanto estava a rezar sozinho, vi um monge jovem que se mexia próximo do altar parecendo espanar os candelabros e regar os vasos das flores.
Pensei que fosse o Padre Leone, que andasse a preparar o altar, e como era a hora do jantar, aproximei-me dele e disse: "P. Leone vá jantar, não está na hora de espanar e preparar o altar".
Mas uma voz que não era a voz do padre Leone respondeu-me: "Eu não sou o Padre Leone." Sou um irmão seu que fez o noviciado aqui. A minha missão era limpar o altar durante o ano do noviciado. Desgraçadamente, durante todo esse tempo, não reverenciei a Jesus Sacramentado em nenhuma das vezes em que passava em frente ao altar. Por este descuido ainda estou no Purgatório. Agora, Deus, na sua bondade infinita, enviou-me aqui para que determine o dia em que eu passarei a gozar o Paraíso."
- Amanhã celebrarei a Santa Missa - respondeu o P. Pio. E contou: "Aquela alma chorou e disse: 'Ai de mim, que malvado eu fui'. «E concluiu o santo P. Pio: Aquela exclamação produziu-me uma ferida no coração, que sentirei toda a vida».

Pai Nosso das Almas (Mateus 6,9)
“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar”. (Jo 14,1-2).
No dia de memória dos fiéis defuntos, lembramos os nossos entes queridos que já faleceram.
Esta Palavra de Jesus conforta muito o nosso coração, pois a morte é algo doloroso e a nossa maior esperança é a RESSURREIÇÃO! E saber que estas almas agora não podem fazer mais nada por elas mesmas, mas nós na comunhão dos santos, podemos rezar por elas. Por isso, vamos rezar o Pai Nosso das almas.

- Um dia, enquanto Santa Matilde comungava pelas almas do purgatório, Jesus apareceu-lhe e disse: “Reza por elas um Pai Nosso”. E compreendeu ela que deveria fazê-lo do modo abaixo indicado. Depois de ter rezado, ela viu que multidões de almas subiam ao céu.

Pai nosso que estais no céu.
Eu Vos peço, dignai-Vos perdoar, PAI Eterno, as almas do purgatório por não Vos terem amado, por não terem rendido o culto de adoração que Vos é devido, a Vós PAI, bom e misericordioso, por Vos terem afastado dos seus corações, onde desejáveis habitar.
- Para suprir estas faltas, ofereço-Vos o amor e a honra que o Vosso amado Filho Vos rendeu sobre a terra e a imensa satisfação com que pagou a dívida de todos os seus pecados. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Santificado seja o Vosso nome.
Eu Vos suplico, ó terno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório por não terem honrado dignamente o Vosso Nome, por O terem raras vezes invocado com devoção, por O terem tomado muitas vezes em vão e, pela sua vida pouco edificante, terem se tornado indignas do nome de CRISTO.
- Para satisfação deste pecado, ofereço-Vos a santidade de Vosso amado Filho que nas Suas pregações e em todas as suas palavras honrou e glorificou o Vosso Nome.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Venha a nós o Vosso Reino.
Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório por não terem desejado ardentemente, nem procurado com bastante zelo a expansão do Vosso Reino, onde está o verdadeiro repouso e a glória eterna.
- Para expiar esta indiferença, que tiveram por todos os bens da alma, ofereço-Vos os santos desejos que JESUS teve de que fôssemos co-herdeiros do Seu Reino.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório, sobretudo às dos religiosos, por terem preferido a vontade própria à Vossa e por não terem tido em maior estima, em tudo, a Vossa vontade, para viverem e procederem, a maioria das vezes, conforme a própria satisfação.
- Para reparar esta desobediência, ofereço-Vos o dulcíssimo Coração de JESUS, bem como a submissão com que Ele Vos obedeceu até à morte na Cruz. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

O pão nosso de cada dia, nos dai hoje.
Eu Vos peço, ó Eterno Pai, que perdoeis as almas do purgatório, por não terem recebido o Pão dos anjos com vivos desejos, devida devoção e amor, por terem um grande número delas, sido indignas de O receber, por O terem recebido pouca ou nenhuma vez.
- Em expiação deste pecado, ofereço-Vos a santidade e devoção de Vosso Filho, assim como o amor e o inefável desejo que O levou a dar-nos este precioso tesouro. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI que perdoeis as almas do purgatório pelos pecados mortais cometidos, principalmente por não perdoarem àqueles que as ofenderam e por não terem amado os seus inimigos. Por estes pecados, ofereço-Vos a sublime oração que JESUS fez na Cruz pelos seus algozes. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Não nos deixeis cair em tentação.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório por não terem resistido aos vícios e concupiscências, por se terem muitas vezes deixado cair nas ciladas do demónio e da carne, por se terem visto, por culpa própria, metidas em grande número de más acções.
- Por essa multidão de pecados, ofereço-Vos a vitória gloriosa com a qual JESUS CRISTO venceu o mundo e o demónio. Ofereço também, a Sua santíssima vida com os Seus trabalhos e fadigas; com a dolorosíssima Paixão, morte na Cruz e gloriosa Ressurreição. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Mas livrai-nos do mal.
Senhor, livra-as também de todo mal e de toda a pena pelos merecimentos do Vosso amado Filho e conduzi todos ao reino da Vossa glória, que sois Vós mesmo.
Amém.

fonte: JAM 
 
DE:http://reflectir-maria.blogspot.com/

OS MORTOS são esquecidos (Almas no Purgatório) parte I

http://reporterdecristo.com/wp-content/uploads/2010/04/Purgatorio.jpg
Através dos  ensinamentos do Senhor Jesus, Filho de Deus,  o ser humano compreende que não foi criado apenas para viver um tempo limitado na vida terrena, mas para viver uma outra forma de vida, após sua morte: uma vida eterna.
Compreende também que a vida que se inicia com a morte, terá um, dos dois destinos diferentes: ou a felicidade gerada pela posse plena e definitiva de Deus, que é o Céu, ou a infelicidade gerada pela perda culposa da presença de Deus para sempre, que se chama inferno. São inúmeras as citações Bíblicas comprobatórias dessa verdade
PURGATÓRIO

Baseados na Sagrada Escritura, iluminados pelo Espírito Santo e pela reflexão teologia da igreja desde os primórdios – temos a certeza da existência do purgatório, ou seja, de um período de purificação para aqueles que morreram na amizade de Deus (em estado de graça), mas que levam consigo “impurezas, imperfeições” que precisam ser “purificadas”, para poderem entrar no céu.
Eis o ensinamento da igreja: “os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam após a morte, por uma purificação, a fim de terem uma santidade necessária para entrarem no céu”.
A Igreja denomina “purgatório” esta purificação final dos eleitos que é completamente distinta do castigo dos condenados. (Leia CIC nº 1030-31-32)
Nesse texto está uma certeza fortemente iluminadora: todos os que estão no purgatório estão salvos i irão para o céu,
Na Bíblia não ocorre o nome purgatório, mas sim a realidade da purificação. Já no Antigo Testamento, no segundo livro dos Macabeus conhecemos essa prática de “purificação dos falecidos”.
Após uma batalha onde morreram muitos de seus soldados, o general Judas Macabeu, animado por sua fé assim fez: confira em (2Mc 12,39. 43-46), (Mt. 12,31; ICor 15; IPd 1,7 )
PURIFICAÇÃO
“Todo pecado mesmo venial, acarreta um apego prejudicial ás criaturas, que exige purificação quer aqui na terra, quer depois da morte, no purgatório” (CIC nº 1472).
SOFRIMENTO


O sofrimento purificador é causado principalmente pelo fato de a pessoa estar ali pertinho de Deus e do Céu e ainda não poder entrar “por própria culpa”, por causa de seus pecados. O desejo de estar com Deus, com os Anjos e os Santos é tão profundo, tão intenso, que a espera e a demora causam “sofrimento”, como um “fogo” na alma. Tal desejo da posse do Céu vai intensificando na pessoa o amor por Deus. E é esse amor que “purga”, limpa o coração para a posse plena e eterna de Deus.
O sofrimento do purgatório é tão intenso e profundo exatamente por causa da intensidade do desejo de querer entrar no Céu, e “ainda não poder”. Tal sofrimento não deixa a pessoa infeliz, revoltada, por três motivos:
  1. Porque sabe que o seu Céu está garantido e que vai chegar sua hora de possuí-lo.
  2. Porque sabe que a “esperança e a demora” foram causadas por suas próprias culpas.
  3. Porque sabe que a Igreja e seus amigos vivos podem e irão socorrê-los, apressando sua purificação e sua entrada no Céu.
SOCORRO PURIFICADOR
Todo sufrágio que realizarmos pelos falecidos tem como objetivo alcançar-lhes o perdão divino e a purificação plena, a fim de que o mais depressa possam sair do sofrimento e entrar na gloria dos Céus.
Por que deixá-los sofrer, se podemos levá-los para a felicidade do Céu? Por que deixá-los esperar no sofrimento, talvez por tempo, se podemos socorrê-los rapidamente?
Os socorros mais indicados são:
  • A celebração da Santa Missa oferecida pelos que partiram.
  • Todas as orações dirigidas a Deus em sufrágio dos que partiram.
  • Obras de generosidade e caridade realizadas e oferecidas a Deus, pelos falecidos.
  • As indulgências aplicáveis aos falecidos, como aquelas dos dias de finados.
A melhor de todas, a mais apreciada por Deus, a que maior poder possui para purificar os falecidos é a Santa Missa. Isso por que a Santa Missa se torna realmente presente o “Santo Sacrifício de Jesus, oferecido na Cruz”. O Sacrifício da vida de Jesus, oferecido na Cruz, é tão meritório e poderoso que pode salvar a humanidade toda!
Quem compreende o que está dito acima, vai superar a tradição de apenas oferecer missas de 7º, 30º e de aniversario de morte. Por que não oferecer Santas Missa no 1º, no 2º, no 3º, no 4º dia, todos os dias, por todas as semanas e até meses seguidos?
Se, por nossa falta de fé e de piedade, não conseguimos tirar da purificação nosso ente querido na missa de 7º dia, vamos deixá-lo sofrer e esperar nosso socorro até a Missa de 30º dia? … Ou até a Missa de um ano após a sua morte?
Vamos assim intensificar as nossas orações pelas as almas do purgatório.
Fonte: Revista Brasil Cristã

I Santi di oggi : Beata Cristina da Spoleto Sante Fosca e Maura Martiri San Benigno di Todi Martire San Simeone Stefano Nemanja Re serbo Beato Giordano di Sassonia Domenicano Sant' Una (Huna) Monaco Santa Giuliana Laica venerata a Torino

13 febbraio 2011
Il Santo del giorno
Beata Cristina da Spoleto
i santi di oggi ...
 

Sante Fosca e Maura Martiri

San Benigno di Todi Martire

San Simeone Stefano Nemanja Re serbo

Beato Giordano di Sassonia Domenicano

Sant' Una (Huna) Monaco

Santa Giuliana Laica venerata a Torino
DE:http://www.santiebeati.it/