Comunhão dos Santos,Comunión de los Santos, Communion of Saints, Comunione dei Santi


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Irmã Serafina Micheli e a visão de Lutero no inferno

 

Futura beata viu Lutero no inferno


                                 

               Em 1883, a Irmã Maria Serafina Micheli (1849-1911), que será beatificada em Faicchio, na província de Benevent, diocese de Cerreto Sannita (Itália), em 28 maio de 2011, fundadora das Irmãs dos Anjos, estava passando por Eisleben, na Sassonia, cidade natal de Lutero. Naquele dia se festejava o quarto centenário do nascimento do grande herege (10 de novembro de 1483), que dividiu em duas a Europa e a Igreja, deste modo as ruas estavam lotadas, as varandas enfeitadas com bandeiras. Entre as numerosas autoridades presentes aguardava-se, a qualquer momento, a chegada do empreendedor Guglielmo I, que presidiria a celebração solene. A futura beata, embora notasse o grande tumulto, não estava interessada em saber a razão para aquele entusiasmo inusitado, seu único desejo era procurar uma igreja e rezar para poder fazer uma visita a Jesus Sacramentado. Depois de caminhar por algum tempo, finalmente, encontrou uma, mas as portas estavam fechadas. De todo modo, ela se ajoelhou na escadaria de acesso para fazer as suas orações. Sendo noite, não havia percebido que não era uma igreja católica, mas protestante. Enquanto rezava, o Anjo da Guarda lhe apareceu e disse: “Levanta-te, pois esta é uma igreja protestante”. E acrescentou: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
               Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego. A Irmã pensou: se o povo em festa visse esta cena dramática, certamente, não tributariam honra, recordações, comemorações e festejos para um tal personagem. Em seguida, quando se apresentou a ocasião, recordou às suas irmãs que vivessem na humildade e no recolhimento. Estava convencida de que Martinho Lutero fora punido no inferno, sobretudo, por conta do primeiro pecado capital, o orgulho.
               O orgulho o fez cair em pecado capital, conduziu-o à rebelião aberta contra a Igreja Católica Romana. A sua conduta, sua postura para com a Igreja e a sua pregação foram determinantes para enganar e levar muitas almas superficiais e incautas à ruína eterna. Se quisermos evitar o inferno, vivamos na humildade. Aceitemos não ser considerados, valorizados e estimados por aqueles que nos conhecem. Não nos queixemos quando formos desprezados ou deixados por último por outros que pensamos ser menos dignos que nós. Jamais critiquemos, por qualquer razão, as ações daqueles que nos rodeiam. Se julgarmos os outros, nem sequer somos cristãos. Se julgarmos os outros, não somos sequer nós mesmos.
               Confiemos sempre na graça de Deus e não em nós mesmos. Não nos preocupemos excessivamente com nossa fragilidade, mas com nosso orgulho e presunção. Digamos freqüentemente com o salmista: “Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim.” (Salmo 130). Ofereçamos a Deus nosso “nada”: a incapacidade, a dificuldade, os desânimos, as desilusões, as incompreensões, as tentações, as quedas e as amarguras de cada dia. Reconheçamo-nos pecadores, necessitados de sua misericórdia. Jesus, justamente porque somos pecadores, só nos pede que abramos nosso coração e nos deixemos ser amados por Ele. Esta é a experiência de São Paulo: “porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo “(2 Cor. 12,9). Não impeçamos o amor de Deus para conosco com o pecado ou com a indiferença. Demos sempre a Ele mais espaço em nossa vida, para viver em plena comunhão com Ele no tempo e na eternidade.

Pe. Marcello Stanzione

Fonte: http://fratresinunum.com/2011/02/21/futura-beata-viu-lutero-no-inferno/#more-11824. Também disponível em: http://www.regina-apostolorum.com/2011/02/irma-serafina-micheli-futura-beata-e.html

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Os Novíssimos do homem são: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso.

Os sufrágios 

Podemos socorrer as almas do purgatório e até livrá-las, com orações, indulgências, esmolas, boas obras, e principalmente com a Santa Missa.
Chamam-se sufrágios, as obras boas, que se fazem em favor das benditas almas do purgatório.
Os sufrágios são espécie de súplicas, que a justiça divina aceita, na medida que acha conveniente.
Por isso, uma alma nem sempre obtêm infalivelmente todos os efeitos dos sufrágios, que lhe são particularmente aplicados.
A Igreja aprova que se repitam os sufrágios para uma mesma alma.
Fazem muito mal, os que não se lembram de aliviar com sufrágios as almas dos finados.
Alguns só procuram que o enterro seja bem suntuoso e nada ou muito pouco fazem para alívio da alma.
O dogma dos sufrágios é motivo de alegria, não só para os ricos, mas também para os pobres.
Os ricos fazem muito bem em ordenar sufrágios; isto lhes abreviará muito as penas do purgatório.
Os pobres têm uma mãe terníssima, a Santa Igreja, que roga especialmente por eles, por serem seus filhos mais queridos.
A devoção às santas almas do purgatório é utilíssima, porque faz praticar muitas obras boas, causa grande gozo no céu e ajuda muitíssimo a conseguir a salvação de quem pratica esta devoção.
Ato heróico, consiste em ceder para sempre em favor das santas almas do purgatório toda a parte satisfatória de nossas boas obras e todos os sufrágios, que outros fizerem por nós.
Sejamos, pois, devotíssimos das almas do purgatório.
Procuremos socorrê-las, ouvindo Missa e comungando amiúde, e até diariamente, si nos for possível; rezemos o Santo Rosário, façamos a Via Sacra, etc.
Essa é uma devoção muita boa e prática, com a qual livraremos do purgatório muitas almas, que gloriosas entrarão no céu, abençoando a nossa caridade.
 

O Purgatório

 
Vai para o purgatório, quem morre na graça de Deus, e tem alguma dívida de pena temporal a descontar.
Esta dívida pode ser:
1º Por pecados veniais, e
2º Por não ter feito a devida penitência dos pecados mortais já perdoados, enquanto a culpa é a pena eterna.
Com a confissão bem feita, sempre são perdoadas culpas graves e a pena eterna mas nem sempre fica perdoada toda a pena temporal.
Deus, em perdoando o pecado mortal, ordinariamente comuta a pena eterna em uma pena temporal.
Esta pena temporal deve pagar-se nesta vida ou no purgatório.
Paga-se nesta vida, fazendo boas obras, especialmente cumprindo a penitência imposta pelo confessor.
O purgatório é um lugar de expiação temporal.
Quando as almas do purgatório acabam de satisfazer a pena temporal devida aos seus pecados, vão para o céu.
Deus, infinitamente justo, nenhuma obra boa ou má deixa sem prêmio ou sem castigo, embora se trate de cousas pequenas.
Os que morrem só com pecados veniais, não merecem o inferno; mas também não podem ir para o céu, porque nada de manchado pode lá entrar.
Deve, pois, existir um lugar para que as almas se purifiquem antes de entrar no céu.
No purgatório se padece a privação da vista de Deus, o tormento do fogo e outras penas.
A maior dor das santas almas do purgatório, é não poder ver a Deus, e pensar que, sendo Ele infinitamente bom, O tenham ofendido.
Essas almas benditas, em se vendo manchadas pelo pecado, com prazer se engolfam naquelas chamas e desejariam até que fossem mais ardentes, para mais depressa se purificarem.
Aprendamos das almas do purgatório a aborrecer o pecado, mesmo o venial, que Deus tão rigorosamente castiga.
ATUALIZAÇÃO 21/12/2010
 (do livro O pequeno Missionário, dos Missionários da Congregação da Missão, editora Vozes, Petrópolis, 8ª edição, 1958)
AS ALMAS DO PURGATÓRIO
Que é o purgatório? O purgatório é um lugar de expiação, em que as almas dos justos acabam de se purificar antes de entrarem no céu. É uma verdade de fé, que há um purgatório e que as almas podem ser aliviadas pelos sufrágios dos fiéis.
Em que consistem as penas do purgatório? 1º Na pena do dano, que é a privação da vista de Deus. É uma pena tão pungente, que outra pena nenhuma pode ser-lhe comparada. 2º Na pena do sentido, que consiste no fogo. Este fogo, dizem os santos doutores, é o mesmo que o do inferno, menos sua eternidade. Ora, as almas estão mergulhaas naquele fogo e isso, quem sabe! talvez para anos e séculos. Oh! Como choram, como bradam, implorando nossa compaixão. “Tende piedade de nós, vós nossos amigos”.
Podemos e devemos sufragar as almas do purgatório? Devemos, sim, é um dever de caridade. Se neste mundo devemos ter pena de quem sofre, quanto mais daquelas almas, que sofrem além de tudo quanto pode imaginar-se. Muitas vezes será não só um dever de caridade, mas de justiça, pois talvez haja no purgatório almas por nossa causa, quero dizer, almas para as quais nós fomos ocasião e causa de pecado. Enfim, nosso interesse pessoal está em jogo. A experiência cotidiana mostra que o meio de alcançar as graças mais preciosas é rezar pelas almas do purgatório. Quem escreve estas linhas pode atestar que é deste modo que tem alcançado as graças mais preciosas, servindo Maria de medianeira. Fazei a mesma experiência. Deponde nas mãos de Maria todos os méritos satisfatórios, todas as indulgências, deixando-lhe a aplicação às almas que ela mesma quiser favorecer.
Quais são os meios de sufragar as almas do purgatório? São muitos. 1º Antes de tudo o sacrifício da Santa Missa por causa de seu valor infinito. 2º A oração, mormente o terço. 3º As esmolas. 4º As indulgências e principalmente a Via-Sacra.
 

O Céu 


Gustavo Doré (século XIX), Ilustração para a Divina Comédia de Dante, o Paraíso, Canto XXVII


Vai para o céu, quem morre em graça de Deus e não tem dívida alguma de pena temporal que descontar.
Quem tiver alguma dívida de pena temporal que descontar, vai antes para o purgatório.
O céu é um lugar de suma e eterna felicidade; onde se vê claramente a Deus, e se goza da posse de todos os bens sem mistura de mal.
O bem essencial do céu consiste em ver claramente a Deus.
É maior felicidade ver a Deus por um instante, do que gozar eternamente todas as riquezas, prazeres e honras que se possam imaginar neste mundo; porque o mundo inteiro comparado com Deus é como nada.
Que felicidade será, meu Deus, ver-vos, não por um instante, mas por toda a eternidade!
Os bons ficarão eternamente no céu.
Todos fomos creados para o céu.
Vai para o céu, todo aquele que resolutamente quer ir, isto é, aquele que usa os meios necessários para consegui-lo.
Todos os homens querem ir para o céu; porém, alguns têm só o querer do preguiçoso; querem ir para o céu e não querem empregar os meios necessários para conseguir o mais precioso de todos os bens.
O céu é um prêmio de valor infinito, que Deus reserva para aqueles que o servem fielmente nesta vida.
É um prêmio tão valioso que para nô-lo conseguir, o mesmo Filho de Deus deu todo o seu sangue e a própria vida.
Si para dar-nos o céu Deus exigisse que nos prostrássemos duas horas todos os dias, ou que fizéssemos árdua penitência pelo espaço de um milhão de anos, mesmo assim, o céu seria como doado.
Deus, porém, não nos pede tanto. Satisfaz-se com que observemos seus mandamentos divinos; cousa aliás muito fácil cumprir, com o auxílio da graça divina, que nunca falta.
O que nos pode fazer perder o céu é só o pecado mortal.
Se os homens fizessem para conseguir os bens eternos, a metade do que fazem para adquirir os bens da terra, seriam todos santos, e todos iriam para o céu.
Mas, infelizmente, muitos há que vivem no mundo como se tivessem de ficar para sempre, descuidando-se de merecer a felicidade eterna.
No céu os prêmios são proporcionados à quantidade e qualidade de boas obras feitas em estado de graça.
Quem tem menor prêmio, não inveja ao que tem maior; assim como um menino fica satisfeito com sua roupa pequena, e não inveja a grande de um homem.
Toda a obra boa que fazemos, estando em graça de Deus tem seu merecimento e seu prêmio no céu.
O prêmio correspondente à mais insignificante das boas obras que fazemos, é superior a todos os bens materiais da terra e durará eternamente.
Procuremos aproveitar todos os dias, e até todos os instantes da nossa vida, para praticarmos todo o bem que pudermos, afim de aumentar sempre mais os nossos merecimentos e prêmios para a glória eterna.
Si os que estão no céu pudessem invejar-nos, seria porque, enquanto vivemos, nós podemos aumentar mais e mais o tesouro de merecimentos e de prêmios para o céu, e eles não.
 

O Juízo 

Depois da morte terá lugar imediatamente o juízo.
O juízo consiste na conta que o homem deverá prestar a Deus e na sentença que pronunciará o divino Juiz.
Todos os homens serão julgados duas vezes:
A primeira na hora da morte; a segunda no fim do mundo.
Nestes juízos examinar-se-ão todos os pensamentos, desejos, palavras, obras e omissões de cada homem, desde o primeiro instante do uso da razão até ao momento da morte.
O juízo, logo depois da morte, chama-se particular, porque é de uma só pessoa.
O juízo, no fim do mundo, chama-se universal, porque será para todos os homens.

Juízo Final, tímpano acima do portal principal da Igreja Abacial de Saint-Foy, Conques
A sentença do juízo particular é irrevogável.
A setença do juízo universal será a confirmação do juízo particular.
Quando alguém morre, sua alma irá ou para o céu, ou para o purgatório, ou para o limbo, ou para o inferno.
Anjo tocando a trombeta do Apocalipse, tímpano acima do portal principal da Igreja Abacial de Saint-Foy, Conques
 

A Morte

 
A morte é a separação da alma do corpo.
Todos devemos morrer uma só vez; mas não sabemos como, nem quando, nem onde.
Si falseamos o pé nesta vez, falseado está por toda a eternidade.
Devemos, pois, estar sempre preparados para morrer em graça de Deus.

***
ANEXO I (do livro O pequeno Missionário, dos Missionários da Congregação da Missão, editora Vozes, Petrópolis, 8ª edição, 1958)
Preparação para a morte
I
Lembra-te, ó homem, que és pó e a pó volverás, sim, pensa bem:
1º Tu morrerás. Cada ano morrem 45.000.000 pessoas, cada dia 140.000, cada hora 6.000, cada minuto cerca de 100, isso quer dizer que cada vez que respiramos, 4 almas vão para a eternidade, para o céu, ou para o inferno, tu também morrerás; é impossível escapar à morte.
2º Que é morrer? É abandonar tudo, bens, honras, prazeres, parentes, amigos, em uma palavra, as criaturas. Estás apegado aos bens, aos prazeres? A morte te arranca tudo, até a roupa do corpo. Morrer é ainda ser abandonado. As pessoas que mais nos querem têm de abandonar o que ficou de nós, o corpo, que será lançado no fundo da cova, onde será repasto dos vermes. Morrer é principalmente apresentar-se ao Tribunal de Deus para prestar contas de toda a vida, para ser julgado digno de amor ou de ódio.
3º Quando morrerás? Ainda um pouco de tempo e este mundo desaparecerá com todos os seus bens falsos e passageiros. Ainda um pouco de tempo e passará a possibilidade de te arrepender e fazer penitência e então como te apresentarás perante o juiz? Ainda um pouco de tempo e a morte virá surpreender-te, como um ladrão, disse Jesus Cristo, quando menos esperares.
4º A morte fixará a sorte eterna, no céu ou no inferno, já que não há outro lugar para onde ir.
II
Pecadores, não vos iludais. Passais a vida no pecado mortal e esperais converter-vos e salvar-vos na hora da morte. É possível, mas extremamente difícil. Só por um milagre da misericórdia de Deus. Em regra geral, o homem morre como vive. Jesus Cristo o disse: “A árvore cai para o lado para o qual pende; o que o homem semeia é o que colhe“. Quem semeia durante  toda a sua vida o pecado mortal, colhe na hora da morte o fruto do pceado mortal, uma morte péssima, diz a Escritura.
Preparemo-nos, pois, para a morte. Como? Vivendo sempre na amizade de Deus, pedindo todos os dias a graça da boa morte, pensando frequentemente nela. Pelo menos uma vez por mês, meditemos sobre a morte, que talvez esteja perto, e depois rezemos com fervor um pio exercício e oração para alcançar uma boa morte.
O beijo da morte. Escultura fúnebre do Cemitério de Barcelona (1930)
 

ARTIGO VII

 
Donde há de vir julgar os vivos e os mortos.

O Julgamento Final (Michelângelo, século XVI)

Jesus Cristo voltará do céu visivelmente no fim do mundo.
Virá julgar todos os homens.
A palavra vivos significa os bons; e a palavra mortos, os maus.

OS NOVÍSSIMOS
Os Novíssimos do homem são: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso.
Devemos recordar-nos amiúde destes Novíssimos, pois o Espírito Santo diz:
Em todas as tuas obras lembra-te dos teus Novíssimos, e nunca jamais pecarás“. (Eclesiástico, VII, 40).


ARTIGO VI

 
Subiu aos céus, está sentado à mão direita de Deus Padre Todo-poderoso
Jesus subiu aos céus quarenta dias depois de sua ressurreição.
A ascensão aos céus efetuou-se no monte das Oliveiras em presença de Maria Santíssima e dos discípulos.
Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo
Está sentado à mão direita de Deus Padre, Todo-poderoso, significa que Jesus tem glória igual ao Pai, enquanto Deus, é mais do que qualquer outro ser creado, enquanto homem.
Jesus subiu aos céus:
1º Para tomar posse do reino que conquistou com sua morte.
2º Para preparar-nos tronos de glória.
3º Para ser nosso Medianeiro e Advogado junto de seu Eterno Pai.
Dez dias depois que Jesus subiu aos céus, enviou o Espírito Santo sobre os Apóstolos em forma de línguas de fogo.
O Espírito Santo transformou os Apóstolos de homens ignorantes e imperfeitos que eram, em sapientíssimos e cheios de santidade.
Os Apóstolos pregaram o Evangelho em toda a parte, confirmando-lhes o Senhor com milagres.
Selaram com o sangue a doutrina que pregaram.
Jesus, como Deus, está em toda parte; como homem, está somente no céu e no Santíssimo Sacramento do Altar.
 

ARTIGO V

 
Desceu aos infernos, ao terceiro dia ressurgiu dos mortos.
Desceu aos infernos, quer dizer que, depois da morte de Jesus Cristo, sua alma santa foi ao limbo dos justos, ou seio de Abraão.
O limbo, ou seio de Abraão, é o lugar onde iam as almas dos justos que morriam antes de Jesus Cristo.
Jesus foi buscar aquelas almas justas para levá-las consigo ao céu.
Jesus desce ao Seio de Abraão e resgata Adão, Eva e justos do Antigo Testamento.
Ninguém podia entrar no céu, antes de Jesus Cristo.
Jesus não esteve no inferno dos condenados.
Jesus, ao terceiro dia de sua morte, ressuscitou glorioso e triunfante para nunca mais morrer.
A ressurreição teve lugar na madrugada de Domingo.
Jesus, depois de sua ressurreição, esteve quarenta dias na terra.
Confirmou na fé seus discípulos, aparecendo-lhes muitas vezes para lhes falar do reino de Deus.
DE:http://regisaeculorumimmortali.wordpress.com/2010/11/page/3/

ARTICOLI SUL PURGATORIO

SUL PURGATORIO
I MIEI COLLOQUI CON LE POVERE ANIME   scarica 
I NOSTRI CARI E IL PURGATORIO   scarica
I NOSTRI MORTI  LA CASA DI TUTTI   scarica
IL DOGMA DEL PURGATORIO   scarica
IL MANOSCRITTO DEL PURGATORIO   scarica
IL MISTERO DEL PURGATORIO   scarica   
IL PURGATORIO  di P. G. da Corlo   scarica
IL PURGATORIO DEI CONSACRATI   scarica
IL PURGATORIO NELLA RIVELAZIONE DEI SANTI   scarica
IL PURGATORIO SPIEGATO DA GESU A MARIA VALTORTA   scarica
IL PURGATORIO VISTO DA SANTI E BEATI   scarica
IL PURGATORIO VISTO DAI SANTI   scarica
Le apparizioni delle anime del Purgatorio a Padre Pio   scarica
Oltre la morte   scarica
L'Araldo del Divino Amore Rivelazioni di Santa Geltrude Libro 5 scarica
http://www.preghiereagesuemaria.it/sul%20purgatorio.htm

Purgatory/Prayers for the Holy Souls

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DE:http://www.knocknovena.com/

ARTICLES DE DIVERS AUTEURS SUR LE PURGATOIRE


Sommaire
Définition du catéchisme de l'église catholique
Théologie du Purgatoire
le purgatoire dans l'Ancien Testament
le purgatoire dans le Nouveau Testament
le purgatoire dans la Tradition Orientale jusqu'au IIIème siècle
le purgatoire dans la Traditon Latine
le purgatoire dans l'union réalisée aux concile de Lyon et de Florence
le purgatoire dans la Théologie protestante et selon le concile de Trente
VII La synthèse catholique dans la Théologie post tridentine
1°/ L'existence du purgatoire
2°/ Les Peines du purgatoire
3°/ L'état des âmes
4°/ Les suffrages des vivants pour les défunts
5°/ Quelques aspects secondaire du problème
VIII Conclusion (col 1319)
Purgatoire dans l'église gréco-russe après le concile de Florence (col. 1326-1352)
Purgatoire chez les Nestoriens et les monophysites (col. 1352- 1357 ./ = fin)
_
Saint François de Sales_Texte inédit sur le Purgatoire
Abbé François-Xavier Schouppe, s.j. , Le Dogme du Purgatoire illustré par des Faits et des Révélations Particulières
télécharger
Abbé Rossignoli,_Les Merveilles Divines dans les Âmes du Purgatoire du
télécharger
_
Abbé Louvet,_Le Purgatoire d'après les Révélations des Saints
télécharger
 
Abbé Angeli,_L'autre Monde
 
Les Plus Beaux Textes sur l'Au-delà de Mgr Cristiani - le Purgatoire
Groupe de Prière pour les âmes du Purgatoire
Faîtes un geste pour les âmes du purgatoire
le purgatoire et les mystiques
le purgatoire et la confession
Prières - être solidaire des personnes qui se préparent à voir Dieu
"Notre Père" de sainte Mechtilde
Litanies des âmes du purgatoire
Un Mois avec les Ames du Purgatoire
Histoire de la théologie du purgatoire
Ce qui est de foi définie sur le purgatoire
la peine dûe pour le péché
* dans le catéchisme de l'Eglise catholique
* dans la somme Théologique de Saint Thomas d'Aquin
lien entre la peine de purgation avec la confession
le symbolisme du Feu
peut-on éviter d'aller au  purgatoire?
Vatican II
Congrégation pour la doctrine de la foi
Déclaration sur quelques questions d'eschatologie (Commission théologique internationale)
Constitution apostolique sur les indulgences (réforme de 1967)
questions sur les indulgences
Prier pour les âmes et la Gloire de Dieu
la dévotion aux Saintes Plaies pour les âmes du Purgatoire
Personnes trépassées pour qui nous prions
Célébration du millénaire de l’institution du Jour des morts
Paul VI
Jean-Paul II
Marthe Robin
Saint Thomas d'Aquin
Sainte Marie de l'incarnation
Saint Ignace de Loyola et Pierre Favre
Prière de  sainte Gertrude
Prière sainte Catherine de Bologne
Padre Pio et les âmes du purgatoire
Saint Jean-Marie Vianney curé d'Ars
saint Robert Bellarmin
Faire un tour au purgatoire
Marguerite-Marie Alacoque
Maria Simma - Apparitions d'âmes du Purgatoire en Autriche (Europe)
Le Purgatoire et Charles Journet
Père Herman Cohen, juif converti au catholicisme, sauve sa mère restée dans le judaïsme
télécharger le chemin de croix pour les âmes du purgatoire 813 ko
Divers éléments
Personnes décèdées pour lesquelles nous prions
Ste Catherine de Gênes (1447-1510) - (indisponible en 2008)
Vie de de Sainte Catherine de Gênes - (indisponible en 2008) suite - suite et fin
Traité du Purgatoire de Sainte Catherine de Gênes - (indisponible en 2008)
Les Dialogues de Sainte Catherine de Gênes - (indisponible en 2008)
J. M. Angeli, missionnaire apostolique, L'autre Monde (livre sur le purgatoire)
Abbé James Mumford, s.j., Tractatus de Misericordia Fidelibus Defunctis Exhiba, 1666.

DE:www.JesusMarie.com
www.Purgatoire.net -

IL PURGATORIO


                                 Le Anime del Purgatorio  nei Santini  
Le immagini  vengono prodotte in una varietà di impostazioni: in genere in basso si osserva sempre il gruppo di anime avvolte nel fuoco, che elevano preghiere e suppliche perché vengano sciolte dal fuoco.
In alcuni santini si osserva che l'Anima purificata viene affidata a Gesù Crocifisso sulla Croce, ed ha guide sicure che l'accompagnano  davanti a Dio.  Queste sono l'Angelo Custode, gli Angeli del Paradiso, in alcune immagini ci sono figure di Santi e in tanti santini c'è anche la Madonna stessa.
Gli Angeli sono rappresentati  mentre additano alle Anime già purificate il Sangue Preziosissimo del Cristo Crocifisso, (coronato in alcune immagini dal  Padre e dallo Spirito Santo) ricevuto ai lati della Croce dai due Angeli Tedofori  che sorreggono il calice ai lati della  Croce  o nell'atto di preparare un'Anima all'ascesa al cielo.
            
                                  Il Purgatorio
La fede cristiana insegna che il Purgatorio è un luogo di transito ove le Anime espiano le loro colpe e si preparano per il Paradiso. Immediatamente dopo la morte chi si troverà in stato di grazia avrà la felicità eterna. Non sempre però l'ingresso nella gloria di Dio è immediato.
Per poter vedere Dio, bisogna essere perfetti, amare Dio con amore puro. Può darsi invece che si sia abbandonato il peccato, senza averne espiato tutta la pena; e può darsi anche che l'amore di Dio sia mescolato con imperfezioni. In questo caso occorrerà attraversare una fase di purificazione, prima di andare vicini a Dio.
Questo processo di purificazione è appunto ciò che chiamiamo Purgatorio. Il Purgatorio è un segno dell'amore di Dio per noi, che anche dopo il pellegrinaggio terreno ci consente di purificarci. 
E' il grande amore di Dio che ci aiuta a capire perché le Anime trovino addirittura la gioia nella loro sofferenza. Sono immerse nella sofferenza, ma nello stresso tempo nella gioia. Anzi, se le loro sofferenze sono più dolorose di quanto sia possibile immaginare, si può dire la stessa cosa per la loro gioia. Prima di tutto perché hanno ormai la certezza assoluta di essere arrivate alla salvezza eterna.
Il Purgatorio non è un luogo, ma una condizione dell'anima, ormai svincolata dallo spazio e dal tempo, realtà che fanno parte solo di questo nostro mondo terreno. Non è possibile invece descrivere come sono realmente le pene del Purgatorio. Si presume che sia una sofferenza spirituale. La sofferenza dell'anima che aspira ad andare incontro a Dio, a stare alla sua presenza, e deve esserne momentaneamente separata.
DE:http://xoomer.virgilio.it/meancona/purgatorio.htm

# Il trattato del Purgatorio di S.Caterina da Genova # Il manoscritto del Purgatorio. # I nostri morti - La casa di tutti # Mese di preghiera per i defunti. # Il mistero del Purgatorio. # Il Purgatorio nella rivelazione dei santi. # Chi morrà, vedrà... Il Purgatorio e il Paradiso di Dolindo Ruotolo · Il Purgatorio. · Il purgatorio nell'antico e nel nuovo testamento. · Il purgatorio nella tradizione cattolica. · Esiste il Purgatorio? · Papa Giovanni Paolo II:Il purgatorio: necessaria purificazione per l'incontro con Dio. · Purgatorio, vacanze eterne. · Catechesi di Padre Livio Fanzaga sul Purgatorio. · Florilegio di ricordi per mantenerci costanti nel suffragare le Anime del Purgatorio. · Alfabeto delle anime purganti. · Meditazioni sul Purgatorio per ogni giorno della settimana. I Santi e le anime del Purgatorio













Preghiere e indulgenze

I Santi e le anime del Purgatorio
Non è da escludere, anzi molte rivelazioni dimostrano che ai Santi del Paradiso sia concesso di intercedere per le anime purganti, specialmente se in vita furono devote di loro. Ciò naturalmente in virtù della Comunione dei Santi, per cui è forte il vincolo che lega i Santi del Cielo alla Chiesa purgante.

I fondatori d'Ordini, conservando sempre per quelli che furono loro figli l'affetto di padri tenerissimi, non mancano delle più amorose cure per ottenerne la liberazione quando li veggono condannati fra quelle fiamme. S. Filippo Neri fu visto dopo morte circondato da uno stuolo di religiosi della sua congregazione che erano stati tutti salvati da lui. S. Francesco d'Assisi promise ai suoi frati di scendere in Purgatorio, dopo la loro morte, per liberarli, purchè fossero stati fedeli osservanti della regola, e in ispecie della santa povertà. Nostro Signore stesso lo aveva privilegiato di questo dono, e un gran numero di fatti che si leggono nelle Cronache dei Minori ci confermano questa notizia. Un altro prìvilegio che vediamo riservato a non pochi Santi è quello di poter liberare molte anime nel giorno del loro ingresso in Paradiso, il che ci è attestato in modo speciale dal fatto di frate Egidio, uno dei primi dodici discepoli di S. Francesco, il quale nel giorno in cui morì ebbe dal Signore, in compenso delle sue virtù, la grazia di liberare la maggior parte delle anime che si trovavano in quel momento in Purgatorio, e portarle con sè in cielo (Vita B. AEgidii apud Boll.). Lo stesso si legge di S. Giovanni di Nivelle, canonico della cattedrale di Liegi nel Belgio; anzi riferisco qui i particolari del fatto perchè mi sembrano importantissimi (Catimpé, Apum, lib. II, c. 3t, n. 5). Un sacro oratore pieno di zelo e carità, mentre un portiamo qui i particolari del fatto perchè ci sembrano da una donna nota pei suoi cattivi costumi, la quale sciogliendosi in lacrime, ad alta voce gridava: - Padre, confessatemi, confessatemi. - Fra lo stupore generale del popolo il predicatore la esortò a calmarsi e ad attendere la fine della predica; tacque ella infatti, ma dopo pochi istanti ecco tornar di nuovo ad esclamare: - Abbiate pietà di me disgraziata peccatrice e concedetemi l'assoluzione de' miei enormi peccati.
Impostole nuovamente silenzio, ella sedette, ma poco dopo: esclamò: - Non tardate, Padre mio, ve ne supplico; il dolore de' miei peccati mi dilania ed io me ne muoio. - Ed in così dire cadde stesa sul pavimento e spirò. Il predicatore desolato e pentito per non aver dato ascolto immantinente a quell'infelice, esortò i suoi uditori stupefatti ad unirsi a lui in preghiera per scongiurare la divina misericordia ad aver pietà di quell'anima ed a fargli conoscere in quale stato si trovasse all'altro mondo. Ed avendo egli a tal fine digiunato per tre giorni continui, in capo alla terza notte la defunta gli apparve col volto luminoso e sorridente, dicendogli: - Io sono la peccatrice morta in chiesa, per la quale tu hai pregato e fatto pregare, e me ne vado ora libera dalle pene che mi era meritate per le mie innumerevoli colpe, perché essendo oggi passato di vita il servo di Dio Giovanni Nivelle, canonico di Liegi, il Signore gli ha concesso la grazia di poter liberare dopo morte molte anime del Purgatorio, fra le quali io pure sono stata compresa. - Il predicatore affrettatosi a scrivere a Liegi per assicurasi della verità del fatto, seppe dai canonici di quella cattedrale che precisamente in quel giorno, in cui aveva detto la defunta, era spirato il servo di Dio Giovanni di Nivelle.

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